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EDITORIAL

Negócios

2023-06-09 06:00:52

estadista português dopo deu al co d n el d i i i ções .áti aAntó n ni v o e Co z í Costa 13 alelae sqerrriso ser um grande partidário", atira ANTÓNIO SAMPAIO DA NÓDOA. Não se arrepende de ter apoiado o PS nas últimas eleições legislativas, mas confessa-se "desiludido", em especial com a incapacidade política do Governo para lidar, por exemplo, com a turbulência na educação. "Estamos a viver o pior momento da escola pública desde 1974 (...). Há um ano que há perturbação nas escolas. Não sei se o que está a falhar é falta de dinheiro, se é falta de compreensão. Sei que é incompetência política", sublinha numa entrevista conduzida pela jornalista Filipa Lino. Em 2012, Sampaio da Nóvoa presidiu a comissão organizadora das comemorações do Dia de Portugal. Onze anos depois, o ex-embaixador do país na UNESCO continua a dizer que existem muitos "portugais" invisíveis e a política não está consciente dessa multiplicidade. Diz ainda que os políticos também não estão atentos à "grande revolução silenciosa em Portugal: a revolução demográfica". O académico admite voltar a candidatar-se à Presidência da República e deixa um recado: "Santos Silva daria mn bom primeiro ministro de Portugal: vê-lo-ia melhor como primeiro-ministro do que corno Presidente". "A CUMPRA é a salvação da ECONOMIA", sustenta José Teixeira, presidente do Grupo DST. "Há muitos anos que identificamos a cultura como um valor económico. Um trabalhador mais culto é um trabalhador mais livre e, por essa via, mais competitivo", afirma à jornalista Susana Torrão. Aulas de filosofia e idas a exposições são hábitos comuns no universo DST, que vai investir 15 milhões de euros num museu de arte contemporânea em Braga. O grupo assinou também um protocolo com o Plano Nacional das Artes para ministrar palestras e oficinas nas escolas do Baixo Minho. "Por vezes até tenho receio que as pessoas fiquem confusas sobre somos uma empresa cultural ou uma empresa de engenharia", brinca José Teixeira. O presidente do Grupo DST considera que o Estado deveria até favorecer as empresas que apoiam a cultura. "Sou defensor de uma discriminação positiva no apoio à cultura. Isso poderia passar por concursos públicos nos quais teriam primazia as empresas que fizessem prova de apoio cultural", sugere. Sogrape, Grupo Ageas, Fundação EDP, CGD e Tranquilidade são algumas instituições que apoiam projetos artísticos, num país em que há muito por fazer. Como diz Cármen Zita Monereo, investigadora na área do mecenato, "necessitamos de mais mecenas e de mais filantropos particulares". LÚCIA CRESPO Editora