DST CONCLUIU CONSTRUÇÃO DA ESTRUTURA DE 45 MILHÕES DA SEDE DA EDP (E FESTEJOU)
2023-06-03 17:50:08

O grupo bracarense DST concluiu a construção da estrutura de betão armado da nova sede da EDP, em Lisboa, ao fim de dois anos de trabalho ininterrupto neste projeto orçado em 45 milhões de euros. - Anúncio - O "Pau de Fileira", tradição por entre os profissionais de construção civil que assinala a colocação do [...] O grupo bracarense DST concluiu a construção da estrutura de betão armado da nova sede da EDP, em Lisboa, ao fim de dois anos de trabalho ininterrupto neste projeto orçado em 45 milhões de euros. - Anúncio - O "Pau de Fileira", tradição por entre os profissionais de construção civil que assinala a colocação do último betão numa obra, foi assinalado por perto de uma centena de trabalhadores e outras pessoas ligadas à obra, como foi o caso do próprio presidente do grupo, José Teixeira, que marcou presença em Lisboa para o evento. Foto: DST Foto: DST Foto: DST Foto: DST Foto: DST Foto: DST Foto: DST Foto: DST Foto: DST Para o grupo, tratou-se de "uma celebração e convívio entre todos os intervenientes do projeto, essencialmente com os trabalhadores envolvidos na construção do edifício". Também marcou presença o arquiteto Juan Cerda, da equipa do arquiteto Pritzker Alejandro Aravena. "Tendo em conta que nesta obra a Estrutura de Betão Armado começou em abril de 2021 e terminou em abril de 2023, este marco foi celebrado com grande entusiasmo porque marcou o fim de dois anos árduos de trabalho e exigentes desafios", concluiu a DST. A nova sede da EDP terá uma área bruta de construção de 23.800 m2 e uma área útil para serviços de 11.400 m2, além de quatro pisos de estacionamento com 257 lugares, dos quais 97 serão públicos. O edifício nasce na Rua Dom Luís I, ao lado da sede da Avenida 24 de Julho, e deverá acolher cerca de 800 colaboradores de várias áreas de negócio. Alejandro Aravena, vencedor de um Prémio Pritzker em 2016, foi quem deu à obra uma "linguagem estética baseada no uso e potencialidades do betão", em colaboração com o arquiteto português Carrilho da Graça. A construção de um parque de estacionamento subterrâneo com recurso a escavação com contenção periférica e a demolição dos edifícios existentes marcaram a primeira fase do projeto para a construtora de Braga. O projeto previa "a construção de duas torres, nascente e poente, interligadas na cave e erguidas ao longo de seis pisos acima do solo, por onde se distribui o átrio e a receção, no piso 0, escritórios, entre o primeiro e o quarto andar, e, por fim, ginásio, esplanada, sala de conferências e cobertura. A área ronda os 1.000m2 por piso e por torre". Na zona central do empreendimento, localizada no piso 0, foi construído o túnel de acesso às duas torres. O interior da praça é átrio e serve como cafetaria, num espaço exclusivamente público, que terá ainda uma plataforma como miradouro do rio Tejo.