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MINISTRA ANUNCIA EM BRAGA APOIOS DO PRR PARA AS EMPRESAS CONSTRUÍREM CRECHES

Diário do Minho

2023-05-27 11:06:04

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social anunciou ontem, em Braga, a abertura de uma linha de apoio no Plano de Recuperação e Resiliência para financiar a construção de creches para os filhos dos trabalhadores por parte das empresas. Ana Mendes Godinho disse ainda que o contributo das empresas para o Fundo de Garantia Salarial vai passar a ser canalizado para um novo fundo, a alocar aos apoio à habitação dos seus funcionários. As revelações da governante foram feitas à margem da cerimónia de homenagem da Associação Empresarial do Minho aos trabalhadores do distrito de Braga, que ficou marcada pela inauguração de uma escultura que assinala «a cultura de união entre trabalhadores e empresários» com a que a instituição empresarial assume os dois anos de existência que celebrou ontem. joaquim martins fernandes A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, disse ontem ao Diário do Minho que o Governo vai abrir uma linha para apoio financeiro às empresas que invistam na criação de creches para filhos dos seus trabalhadores. A governante acrescentou que o contributo das empresas para o Fundo de Garantia Salarial, que é acionado quando Ministra Ana Mendes Godinho desafiou ontem dtsgroup a avançar para criação de uma creche DM um entidade empresarial não consegue cumprir as suas obrigações num quadro de despedimento de trabalhadores, vai ser direcionado para o apoio à habitação. «Nós vamos lançar um novo Aviso dedicado a aumentar a capacidade de creches em Portugal e, portanto, conto com todos para fazermos esse esforço coletivo, que é mesmo crítico para o nosso futuro», disse Ana Mendes Godinho, quando questionado pelo Diário do Minho se o Governo vai acompanhar o investimento em creches e para habitações, que sugeriu a algumas empresas presentes na cerimónia promovida no âmbito das cerimónias da homenagem da associação empresarial do minho aos trabalhadores da região na manhã de ontem pela Associação Empressarial do Minho. A titular da pasta do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social acrescentou que «o Governo acabou com a necessidade de as empresas contribuírem com um por cento da sua massa salarial para o Fundo de Compensação do Trabalho, partir de maio» e fez saber que «isso permite-lhes ter alguma liquidez associada» para apoio à habitação dos respetivos funcionários. «Ao mesmo tempo, é possível a mobilização do Fundo de Compensação para investimento em apoios à habitação aos trabalhadores», acrescentou Ana Mendes Godinho. A governante, que salientou que Portugal está perante «uma viragem completamente significativa para o momento em que vivemos», alegou que o país «está longe» da fase de ter um fundo para pagar incumprimentos [das empresas] por despedimentos». Segundo a ministra do Trabalho, «estamos cm máximos históricos de emprego, máximos históricos de população ativa e mínimos de população inscrita nos centros de emprego», pelo que temos «é de focar-nos naquilo que faz a diferença na vida das pessoas: na habitação» e «nas creches», disse a governante. Antes da cerimónia, Ana Mendes Godinho desafiou a dst a avançar com creche. Ministra anuncia em Braga apoios do PRR para as empresas construírem creches AEM aposta na união entre empresários e trabalhadores O presidente da Associação Empresarial do Minho, Ricardo Costa, disse ontem que «a homenagem aos trabalhadores do Minho» promovida nas comemorações do segundo aniversário da instituição sediada em Braga expressa a aposta da instituição «num Minho unido» e numa «coesão territorial que não só aproxime Braga de Viana do Castelo», mas que também ligue Fafe a Vila Nova de Cerveira e Celorico de Basto a Paredes de Coura. «Queremos um Minho cada vez mais forte, em que os trabalhadores são as essência das nossas empresas», destacou, paDM ra sublinhar que os recursos humanos de uma entidade empresarial «corporizam tudo» o que ela é, pelo que «não faz sentido» tentar dividir empresários e trabalhadores.