pressmedia logo

16.ª EDIÇÃO DECORRE DE 22 A 25 DE OUTUBRO EM VÁRIOS ESPAÇOS DA CIDADE DE BRAGA - SEMIBREVE REGRESSA COM QUATRO DIAS DE MÚSICA ELETRÓNICA E ARTE DIGITAL

Diário do Minho

2026-10-05 07:02:02

Braga volta a receber o Festival Semibreve, entre 22 e 25 de outubro, para quatro dias dedicados à música eletrónica exploratória, à arte digital e às práticas artísticas interdisciplinares. Na sua 16.ª edição, o festival mantém a aposta numa programação inovadora, reunindo artistas nacionais e internacionais, estreias mundiais e encomendas artísticas. O gnration, o Theatro Circo, a Basílica dos Congregados e a Capela Imaculada são alguns dos espaços que acolhem a programação, numa edição que procura, uma vez mais, estabelecer uma relação entre as propostas artísticas e os lugares que as recebem. O festival arranca a 22 de outubro, com um concerto surpresa e uma atuação de Suzan Peeters. No dia seguinte, o programa reúne nomes como João Carlos Pinto, Nuno Canavarro & Bruno Miguel Pinto, Malcolm Pardon & Gus-taf Broms, Noémi Büchi, Peder Mannerfelt B2B RONI e System Sophie, além de uma programação de conversas e cinema. Para o dia 24, estão previstas atuações de Marta Salogni, com a obra encomendada “a,drift”, PYUR & Tarik Barri, Sam Slater & Guests, Azu Tiwaline, Dawn Dani, TYGAPAW e Flora Yin-Wong. O dia inclui ainda masterclasses e palestras. O encerramento, a 25 de outubro, será marcado por Ricardo Jacinto, Qasim Naqvi & Steven Wendt e por Fennesz & Oscar Jockel, que se juntam à Sinfonietta de Braga para apresentar Safron on Grey. A componente de arte digital terá também lugar de destaque, com instalações no gnration e no Muzeu. Entre os destaques está Situational Compliance, de Matthew Biederman, vencedor do Prémio Edigma Semibreve 2026, que poderá ser visitada até 29 de novembro. O programa inclui ainda obras de Líria Varne, Bruno Mesquita e outros criadores. Desde 2011, o Semibreve tem vindo a afirmar-se como um espaço de encontro entre música, arte e tecnologia, contribuindo para a promoção da criação contemporânea e das artes digitais. O festival distingue-se por uma programação simultaneamente exigente e acessível, pela escolha de espaços singulares e por uma aposta no sentido de comunidade. Ao longo dos anos, esta identidade tem contribuído para o reconhecimento internacional do Semibreve e para a realização de várias edições com lotação esgotada. Em 2026, o festival volta a transformar diferentes espaços de Braga em lugares de experimentação e encontro entre a criação artística contemporânea e o público. Marta Salogni vai orientar uma masterclass na Casa do Rolão