EMPRESAS DO MINHO NA LUTA PELA ALTA VELOCIDADE: CONSÓRCIO COM DST E ACA APRESENTA MELHOR PREÇO
2026-07-14 19:14:03

Proposta de 2,038 mil milhões O consórcio que integra a bracarense DST, a famalicense Alberto Couto Alves (ACA) e a espanhola Sacyr apresentou o melhor preço no concurso para o troço Oiã-Soure da linha de alta velocidade entre o Porto e Lisboa. Segundo o Jornal de Negócios, que avança a informação, a proposta entregue no passado dia 06 de julho é de 2,038 milhões de euros, abaixo dos 2,3 mil milhões oferecidos pelo agrupamento liderado pela Mota-Engil, que também integra a Casais (Braga) e a Gabriel Couto (Famalicão). O consórcio com DST e ACA levará assim vantagem uma vez que o critério preço representa 80% da ponderação para a adjudicação. Como O MINHO noticiou, a Infraestruturas de Portugal (IP) anunciou ter recebido duas propostas no concurso para o segundo troço de alta velocidade (Oiã a Coimbra), com um preço-base de 1,6 mil milhões de euros. Para o traçado entre Oiã e Coimbra, foi submetida uma proposta pelo Lusolav, consórcio que foi o único candidato no troço entre Porto e Oiã, constituído por Mota-Engil, Teixeira Duarte, Alves Ribeiro, Casais (Braga), Conduril e Gabriel Couto (Famalicão). Este consórcio também foi o único a apresentar proposta num primeiro concurso lançado para o segundo troço, mas que acabou chumbada pelo júri. Além dessa, foi também recebida uma proposta pelo consórcio liderado pela espanhola Sacyr, que conta ainda com a participação da DST (Braga) e da Alberto Couto Alves (Famalicão), referiu a IP. “Concluído o ato público, o júri procedeu à publicação da lista de concorrentes na Plataforma de Compras Públicas. Segue-se agora a fase de análise e avaliação das propostas apresentadas, por parte do júri do concurso”, disse a IP. Em abril, a IP tinha dado indicação de que haveria expectativa de ter três candidatos a concurso na segunda fase da linha de alta velocidade, concurso que foi relançado em dezembro de 2025, depois de uma primeira tentativa falhada. O segundo concurso do troço da linha de alta velocidade entre Porto e Lisboa, que vai de Oiã (Oliveira do Bairro) a Coimbra, surge depois de um primeiro procedimento (lançado em julho de 2024) ter caído. Na altura, a única proposta , da LusoLav , foi chumbada pelo júri, depois de propor o desvio da estação da linha de alta velocidade de Coimbra-B para Taveiro, fora da cidade de Coimbra, ao contrário do previsto no projeto. O novo concurso tem vários ajustame O MINHO