CLÁUDIA AZEVEDO LIDERA RANKING DAS 50 MULHERES MAIS INFLUENTES DE PORTUGAL
2026-05-20 21:06:36

Cláudia Azevedo lidera ranking das 50 mulheres mais influentes de Portugal Cláudia Azevedo lidera ranking das 50 mulheres mais influentes de Portugal, revelou a revista Executiva. A 11.ª edição do estudo realizado em exclusivo para a revista Executiva pelo jornalista Filipe S. Fernandes revela as 50 mulheres mais influentes de Portugal. O ranking atravessa áreas como economia, política, cultura, ciência, comunicação, justiça, saúde, tecnologia e solidariedade. No topo surge Cláudia Azevedo, CEO do Grupo Sonae. Seguem-se a artista plástica Joana Vasconcelos, Paula Amorim, presidente da Galp Energia e do Amorim Luxury Group, Cristina Ferreira, administradora da TVI, e Maria Luís Albuquerque, comissária europeia. Cláudia Azevedo no primeiro lugar Cláudia Azevedo ocupa o primeiro lugar da lista. Aos 55 anos, a CEO da Sonae lidera um dos maiores grupos empresariais portugueses, com presença em várias áreas. A sua carreira está ligada à Sonae desde 1992. Começou pelos serviços financeiros do cartão Universo, passou pelo marketing da Optimus e liderou a Sonae Investment Management entre 2001 e 2018. Desde abril de 2019, é CEO da Sonae SGPS. Sob a sua liderança, o volume de negócios do grupo duplicou, passando de 4,3 mil milhões de euros, em 2018, para quase 10 mil milhões em 2024. Na frase escolhida pelo estudo, Cláudia Azevedo valoriza o legado familiar e empresarial que recebeu. Cultura, negócios e televisão no topo Joana Vasconcelos surge em segundo lugar. A artista plástica soma mais de 900 exposições em 35 países e tornou-se uma das figuras portuguesas com maior projeção internacional nas artes. A consagração chegou em 2005, com “A Noiva”, na Bienal de Veneza. Em 2012, tornou-se a artista mais jovem e a primeira mulher a expor no Palácio de Versalhes. Paula Amorim fecha o pódio. Presidente da Galp Energia desde 2016, lidera também o Amorim Luxury Group, onde estão marcas e projetos ligados à moda, restauração e Comporta. Cristina Ferreira aparece no quarto lugar. A apresentadora e administradora da TVI mantém uma presença forte na televisão, no digital e na área do entretenimento. Já Maria Luís Albuquerque ocupa a quinta posição. A antiga ministra das Finanças é, desde 2024, Comissária Europeia para a Estabilidade Financeira, Serviços Financeiros e Mercado de Capitais. Fado, saúde, ciência e jornalismo entre as primeiras posições Mariza surge no sexto lugar. A fadista vendeu mais de um milhão de discos em todo o mundo e levou o fado a palcos internacionais. Leonor Beleza surge em oitavo. Preside à Fundação Champalimaud desde 2004 e transformou a instituição numa referência mundial em investigação biomédica. A humorista Joana Marques aparece no nono lugar. O estudo destaca a rubrica “Extremamente Desagradável”, na Rádio Renascença, e o espetáculo “Em Sede Própria”. Descobrir mais música Material de referência e guias de televisão Biscoitos A fechar o top 10 está Maria Manuel Mota, CEO do GIMM , Gulbenkian Institute for Molecular Medicine. Liderança empresarial ganha peso no ranking A presença de mulheres em cargos de gestão é uma das marcas fortes do estudo. Isabel Furtado, CEO da TMG Automotive e presidente da Casa da Música, surge em 11.º lugar. Maria João Carioca, co-CEO da Galp, aparece logo a seguir. A antiga presidente da Euronext Lisboa e ex-CFO da CGD integra hoje a liderança executiva da energética. Na regulação, Sandra Maximiano, presidente da ANACOM, ocupa o 13.º lugar. A entidade passou a coordenar o Regulamento dos Serviços Digitais em Portugal e a regulação nacional da Inteligência Artificial. Júlia Pinheiro surge em 14.º. A apresentadora da SIC mantém uma carreira longa na televisão, rádio, teatro e edição. Clara Raposo, vice-governadora do Banco de Portugal, aparece no 15.º lugar. Tecnologia, literatura e investimento também em destaque Daniela Braga, fundadora e CEO da Defined.ai, é 16.ª. A sua empresa consolidou-se como plataforma ética de dados para inteligência artificial. Lídia Jorge, escritora e vencedora do Prémio Pessoa 2025, surge em 17.º. Elisabeth Rothfield, presidente da Explorer Investments, é 18.ª. Isabel Capeloa Gil, reitora da Universidade Católica Portuguesa, aparece no 19.º lugar. A fechar os primeiros 20 lugares está Isabel Guerreiro, CEO do Santander Portugal e primeira mulher a liderar um grande banco no país. Justiça, telecomunicações, saúde e música Filipa Urbano Calvão, presidente do Tribunal de Contas, surge em 21.º. Foi a primeira mulher a assumir a presidência daquela instituição. Ana Figueiredo, presidente da Altice Portugal, aparece em 22.º. Ana Paula Martins, ministra da Saúde, ocupa o 23.º lugar. Ana Moura surge em 24.º. A cantora tem levado o fado a uma fase mais global e experimental. Rita Alarcão Júdice, ministra da Justiça, fecha a primeira metade da lista. Solidariedade, vinho, ciência e consultoria Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar, ocupa o 26.º lugar. Leonor Freitas, presidente e acionista da Casa Ermelinda Freitas, surge em 27.º. Elvira Fortunato, professora catedrática na FCT-UNL e pioneira da eletrónica de papel, surge em 28.º. Maria da Graça Carvalho, ministra do Ambiente e Energia, é 29.ª. Manuela Vaz Soares, presidente da Accenture Portugal, ocupa o 30.º lugar. Comunicação, gastronomia e trabalho Rita Pereira surge no 31.º lugar, como atriz e influencer com forte presença digital. Sandra Felgueiras ocupa o 32.º lugar. A jornalista da TVI/CNN Portugal é destacada pelo percurso ligado ao jornalismo de investigação. Marlene Vieira, chef distinguida com uma Estrela Michelin em 2025, surge em 33.º. Maria do Rosário Palma Ramalho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, ocupa o 34.º lugar. Vera Pinto Pereira, administradora executiva da EDP e presidente da Fundação EDP, aparece em 35.º. Hotelaria, imobiliário e influência digital Chitra Stern, fundadora do Martinhal Family Hotels & Resorts, surge em 36.º. Beatriz Rubio, CEO e acionista da Re/Max Portugal, é 37.ª. Ana Garcia Martins, conhecida como A Pipoca Mais Doce, aparece em 38.º. Clara de Sousa, jornalista e pivô da SIC, ocupa o 39.º lugar. Paula Franco, bastonária da Ordem dos Contabilistas Certificados, fecha o grupo das primeiras 40. Ciência, política local, tecnologia e cultura fecham a lista Maria do Carmo Fonseca, cientista e membro do Conselho de Curadores do GIMM, surge em 41.º. Ana Abrunhosa, presidente da Câmara Municipal de Coimbra, aparece em 42.º. Marina Costa Lobo, politóloga e diretora do Instituto de Ciências Sociais, é 43.ª. Sofia Tenreiro, CEO da Siemens Portugal, ocupa o 44.º lugar. Fátima Barros, presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos, aparece em 45.º. Joana Carneiro, maestrina e conselheira de Estado, surge em 46.º. Sara Falcão Casaca, professora catedrática do ISEG, ocupa o 47.º lugar. Margarida Couto, sócia e fundadora da Vieira de Almeida, surge em 48.º. Cristina Casalinho, administradora executiva da Fundação Calouste Gulbenkian, ocupa o 49.º lugar. A lista fecha com Sandra Santos, CEO da Logoplaste. Um retrato alargado da influência feminina em Portugal Mais do que uma hierarquia de nomes, o estudo desenha um retrato transversal da influência feminina em Portugal. A lista junta gestoras, artistas, jornalistas, cientistas, políticas, magistradas, empresárias, professoras, comunicadoras e responsáveis por instituições públicas e privadas. Além disso, mostra uma presença feminina cada vez mais visível em sectores decisivos: da banca à energia, da ciência à televisão, da justiça ao ambiente, da tecnologia à cultura. No conjunto, a 11.ª edição do ranking da Executiva confirma que a influência feminina em Portugal já não se concentra num único território. Está espalhada por muitos centros de decisão e por áreas que moldam o país todos os dias. Saiba mais AQUI.