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LOTUS TROCA MOTORIZAÇÕES TOYOTA E MERCEDES POR MOTORES HÍBRIDOS

Turbo Online

2026-05-16 21:09:17

A Lotus vai utilizar novos motores V6 e V8 desenvolvidos pela Horse Powertrain, a joint-venture entre a Geely e a Renault, no Emira e num futuro supercarro híbrido com mais de 1.000 cv. A Lotus vai utilizar novos motores V6 e V8 desenvolvidos pela Horse Powertrain, a joint-venture entre a Geely e a Renault, no Emira e num futuro supercarro híbrido com mais de 1.000 cv. A Lotus prepara uma nova fase da sua gama desportiva, trocando os motors de quatro cilindros e V6 da Mercedes e Toyota por blocos V6 e V8 desenvolvidos pela Horse Powertrain, a joint-venture criada pela Geely e pela Renault. A confirmação foi dada pelo CEO da marca britânica, Feng Qingfeng, que revelou que o Lotus Emira atualizado, cuja chegada está para breve, irá receber um novo motor V6 turboalimentado. Conhecido internamente pelo nome de código "W30", este novo motor foi apresentado no Salão Automóvel de Pequim e destaca-se por ser um dos motores V6 mais compactos e leves atualmente em produção. Grande, leve e potente Com 3,0 litros de cilindrada, pesa apenas 160 kg e foi desenvolvido para aplicações mild-hybrid, full-hybrid e híbridas plug-in pela Horse Powertrain, uma joint venture 50:50 entre a Geely e a Renault. Segundo as informações divulgadas, o motor poderá debitar até 536 cavalos de potência e 700 Nm de binário, e foi concebido para funcionar tanto em configurações longitudinais como transversais. Para “casar” com o motor, a Horse Powertrain desenvolveu também uma transmissão híbrida de quatro velocidades, denominada 4LDHT. Está equipada com dois motores elétricos integrados, num conjunto que pesa um total de 199 kg. Geely reforça influência tecnológica na Lotus A introdução deste novo motor marca mais um passo na integração tecnológica entre a Lotus e a Geely, nove anos depois de o grupo chinês ter adquirido uma participação maioritária na fabricante britânica. Até agora, apenas o SUV For Me (essencialmente um Eletre com um sistema híbridp plug-in combinado com um motor de 2,0 litros e quatro cilindros a gasolina) tinha recebido um motor de combustão desenvolvido sob a alçada da Geely. Leia tambémLotus passa para mãos chinesas V8 previsto para 2028 Além do V6 e do Emira, a Lotus prepara ainda um novo V8 e um novo supercarro híbrido, previsto para 2028. De acordo com as informações avançadas pela Autocar, o V6 servirá de base para o bloco V8, e o futuro modelo poderá recuperar a designação Esprit, utilizada pela última vez em 2004 quando a marca deixou de produzir automóveis com motores V8. O futuro superdesportivo deverá inspirar-se no concept Theory 1, apresentado em 2024, embora a versão de produção venha a utilizar uma motorização híbrida. Ainda não existe confirmação sobre a potência máxima do sistema, mas espera-se que ultrapasse os 1.000 cavalos, graças à associação entre o novo motor V8 turbo e pelo menos um motor elétrico. Leia tambémLotus Theory 1 Concept Quando chegam? A Lotus confirmou ainda que o Emira continuará a ser produzido na fábrica de Hethel, no Reino Unido, contrariando rumores sobre um eventual encerramento da unidade, e que o futuro supercarro com motor V8 deverá ser “fabricado na Europa”. Resta saber se é na mesma fábrica, que tem uma capacidade máxima anual de 10 mil veículos, ainda que esteja atualmente a produzir cerca de cinco vezes menos. A Lotus prepara uma nova fase da sua gama desportiva, trocando os motors de quatro cilindros e V6 da Mercedes e Toyota por blocos V6 e V8 desenvolvidos pela Horse Powertrain, a joint-venture criada pela Geely e pela Renault. A confirmação foi dada pelo CEO da marca britânica, Feng Qingfeng, que revelou que o Lotus Emira atualizado, cuja chegada está para breve, irá receber um novo motor V6 turboalimentado. AD AD Conhecido internamente pelo nome de código "W30", este novo motor foi apresentado no Salão Automóvel de Pequim e destaca-se por ser um dos motores V6 mais compactos e leves atualmente em produção. Horse Powertrain W30 | © Horse Powertrain Grande, leve e potente Com 3,0 litros de cilindrada, pesa apenas 160 kg e foi desenvolvido para aplicações mild-hybrid, full-hybrid e híbridas plug-in pela Horse Powertrain, uma joint venture 50:50 entre a Geely e a Renault. Segundo as informações divulgadas, o motor poderá debitar até 536 cavalos de potência e 700 Nm de binário, e foi concebido para funcionar tanto em configurações longitudinais como transversais. Para “casar” com o motor, a Horse Powertrain desenvolveu também uma transmissão híbrida de quatro velocidades, denominada 4LDHT. Está equipada com dois motores elétricos integrados, num conjunto que pesa um total de 199 kg. AD AD Lotus Emira | © Lotus Geely reforça influência tecnológica na Lotus A introdução deste novo motor marca mais um passo na integração tecnológica entre a Lotus e a Geely, nove anos depois de o grupo chinês ter adquirido uma participação maioritária na fabricante britânica. Até agora, apenas o SUV For Me (essencialmente um Eletre com um sistema híbridp plug-in combinado com um motor de 2,0 litros e quatro cilindros a gasolina) tinha recebido um motor de combustão desenvolvido sob a alçada da Geely. Leia tambémLotus passa para mãos chinesas V8 previsto para 2028 Além do V6 e do Emira, a Lotus prepara ainda um novo V8 e um novo supercarro híbrido, previsto para 2028. De acordo com as informações avançadas pela Autocar, o V6 servirá de base para o bloco V8, e o futuro modelo poderá recuperar a designação Esprit, utilizada pela última vez em 2004 quando a marca deixou de produzir automóveis com motores V8. AD AD O futuro superdesportivo deverá inspirar-se no concept Theory 1, apresentado em 2024, embora a versão de produção venha a utilizar uma motorização híbrida. Ainda não existe confirmação sobre a potência máxima do sistema, mas espera-se que ultrapasse os 1.000 cavalos, graças à associação entre o novo motor V8 turbo e pelo menos um motor elétrico. Leia tambémLotus Theory 1 Concept Quando chegam? A Lotus confirmou ainda que o Emira continuará a ser produzido na fábrica de Hethel, no Reino Unido, contrariando rumores sobre um eventual encerramento da unidade, e que o futuro supercarro com motor V8 deverá ser “fabricado na Europa”. Resta saber se é na mesma fábrica, que tem uma capacidade máxima anual de 10 mil veículos, ainda que esteja atualmente a produzir cerca de cinco vezes menos. Bruno Gouveia