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AS NOTÍCIAS DAS 2H

Observador Online

2026-05-13 21:02:11

As notícias na Rádio Observador. Aconteça o que acontecer. Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. Boa noite, eu sou a Teresa Freixo. São duas da manhã, é hora de atualizar a informação. Escravatura moderna, é desta forma que André Ventura define a reforma laboral proposta pelo governo. Em entrevista à CNN Portugal, o líder do Chega garante que é contra as alterações à Lei do Trabalho. Por que o Chega é contra esta reforma laboral? Porque isto é a escravatura moderna. Isto é querer tornar as pessoas escravas, supostamente ao abrigo de uma ideia de produtividade de direita. Também temos uma facilitação de despedimentos, que não é aceitável. Também temos uma facilitação do outsourcing muito para lá do que Passos Coelho até fez. Isto não é aceitável, isto é escravatura. Ser de direita não é aceitar a escravatura. André Ventura diz ainda que vai mesmo insistir na diminuição da idade da reforma e sobre as críticas de Passos Coelho à falta de reformas estruturais pelo Executivo de Luís Montenegro, André Ventura afirma que o antigo primeiro-ministro está certo em quase tudo o que diz. Eu acho que o doutor Pedro Passos Coelho, um: é muito útil, quer à direita, quer à esquerda, quer ao centro. É útil porque pensa por ele próprio e tem pensamento político, e nós hoje precisamos de atores que tenham pensamento político. E isto aplica-se, quer gostem do que o Chega propõe, quer não gostem do que o Chega propõe. Portanto, acho que isso é positivo. Dois: acho que Pedro Passos Coelho tem muita razão, diria talvez 85%, na minha perspectiva, não tem em 15. Portanto, isso faz dele um bom ex-político, neste caso, porque é alguém que, para além de pensar pela cabeça dele, consegue apontar três ou quatro coisas importantes, como a falta de reformismo do governo. André Ventura, em entrevista esta noite à CNN Portugal. O PS acusa o governo de estar a fazer o contrário do que o SNS precisa para melhorar as condições de resposta nos hospitais públicos. A dirigente socialista Maria Antónia Almeida Santos acusa o primeiro-ministro de escolher uma estratégia errada, de falta de planeamento e de desvalorizar o órgão que gera saúde. O governo, em nosso entender, tem feito o caminho oposto àquilo que é preciso fazer. A desvalorização da direção executiva, as demissões, a desorçamentação expressiva que aconteceu até já em março, que foi preciso fazer uma injeção financeira nos hospitais e também todos sabemos que não há planeamento. Portanto, sem estes instrumentos não há autonomia nem boa gestão, não há competência. Infelizmente, o senhor primeiro-ministro mostrou incompetência a gerir este setor. O senhor primeiro-ministro é o primeiro e último responsável por esta situação. Maria Antónia Almeida Santos, que é uma das porta-vozes do PS para a saúde, lamenta ainda o decréscimo da atividade assistencial, seja em consultas ou em cirurgias. O bispo de Leiria-Fátima critica a demora no apoio às populações mais afetadas pela depressão Kristin. José Ornelas alerta para um excesso de burocracia que acaba por causar constrangimentos na resolução de problemas. A reparação estrutural e a ajuda que as pessoas, as famílias e as estruturas locais precisam, isso tem vindo a ser lento. Deve-se também à morosidade de processos que foram criados e que não ajudam. Sei de instituições que já têm o provimento das verbas necessárias, mas que depois embatem com outras regras que não permitem que se chegue a isso. Estou falando de casos concretos, e isto é generalizado. O bispo de Leiria-Fátima, a zona do país mais afetada pelas tempestades, alerta ainda que os processos para a distribuição dos apoios têm de ser mais claros. Nós precisamos de um sistema bastante mais claro e mais efetivo para chegar às pessoas e às suas necessidades. Algo já foi feito, mas há processos que fazem as pessoas perderem a paciência também, e não só a paciência. José Ornelas, o bispo de Leiria-Fátima, considera ainda que as empresas da região têm feito um grande esforço para evitar o pior que se temia, que era um desemprego generalizado. O Irão afasta qualquer acordo com os Estados Unidos, depois de Donald Trump ter rejeitado a proposta iraniana. É o que admite o governo de Teerão na rede social X, o principal negociador iraniano rejeita a possibilidade de alterar as propostas enviadas à administração norte-americana, medidas essas que Donald Trump considerou despropositadas. O presidente norte-americano está a caminho da China para falar do Irão e também das relações comerciais entre os dois países. O presidente norte-americano promete um encontro positivo com Xi Jinping, ainda que descarte novamente a ajuda da China para resolver o conflito iraniano. Eu não acho que precisamos de ajuda nenhuma com o Irão. Nós vamos ganhar de uma maneira ou de outra. Vamos ganhar de forma pacífica ou não. A força marítima deles desapareceu, a força aérea deles desapareceu, todos os elementos da máquina de guerra deles desapareceram. Nós vamos vencer. Com expectativas elevadas para a visita a Pequim, o líder dos Estados Unidos defende que o presidente chinês é um bom amigo. Ele é um amigo meu, ele é uma pessoa com quem nos damos bem e eu acho que vamos ver coisas boas acontecerem. Esta vai ser uma viagem muito entusiasmante. Muitas coisas boas vão acontecer. Donald Trump, em declarações aos jornalistas nos Estados Unidos antes de partir rumo à China. A Austrália vai juntar-se à missão defensiva para garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz. A notícia é avançada pelo The Times of Israel, que cita o ministro da Defesa australiano. O governante disse em comunicado que a Austrália está pronta para apoiar a missão militar multinacional independente e estritamente defensiva, liderada pelo Reino Unido e pela França, assim que for estabelecida. Apesar de se manter baixo o risco de propagação do hantavírus, a Organização Mundial de Saúde admite que a situação pode mudar. A OMS pede que os países sigam as orientações dadas e afirma que o trabalho ainda não terminou. Com o repatriamento dos passageiros do cruzeiro Ondius, o El Mundo adianta que o diretor-geral da OMS alerta para a possibilidade de surgirem mais casos de contágio. O responsável considera que não há indícios de que estejamos perante o início de um surto de maior magnitude, como foi a Covid-19, mas lembra que a situação pode mudar. A terça desta noite é determinante para a cidadã francesa infectada com hantavírus. É o que revela a especialista do hospital francês onde está internada a mulher de 65 anos. O estado da cidadã francesa infectada é grave. Apresenta a forma mais severa da infecção pulmonar causada pelo hantavírus, tem prognóstico vital reservado e encontra-se sob ventilação artificial. Notícia de fecho deste jornal. Informação está de regresso às 14h30 com a síntese de notícias. Rádio Observador