14H. DONALD TRUMP JÁ CHEGOU A PEQUIM PARA SE ENCONTRAR COM XI JIPING
2026-05-13 21:02:07

Esta é a primeira cimeira de alto nível em 10 anos. Em cima da mesa estão temas como Taiwan e as relações comerciais dos países, num encontro marcado pela fragilidade e baixas expectativas de avanços Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. Miguel Vieira. Miguel Vieira com o Jornal das duas. Miguel, sem declarações à chegada, Donald Trump já está em Pequim. Para participar na Cimeira Estados Unidos-China, que se vai prolongar até à próxima sexta-feira. Há um encontro agendado para amanhã com Xi Jinping, com vários temas em cima da mesa: as relações comerciais entre os dois países, a guerra do Irão e o tema sensível de Taiwan. É a primeira cimeira de alto nível em 10 anos. Convidado esta manhã do gabinete de guerra, o historiador Bruno Cardoso Reis sublinha esta ideia: Trump chega a esta cimeira numa posição diferente face a 2017, quando também era o inquilino da Casa Branca. Donald Trump vai realmente numa posição de alguma fragilidade. As expectativas também não são brilhantes do ponto de vista de grandes avanços. Há até receios de que possa haver, também naquele estilo muito impulsivo e muito improvisado de fazer a diplomacia de Donald Trump, algum tipo de declaração, por exemplo, que ainda destabilize mais as coisas, neste caso, sobretudo na Ásia Oriental, no Extremo Oriente, por exemplo, em relação a Taiwan, se de alguma forma Donald Trump fizer alguma declaração que seja lida, ou que possa ser lida, como uma redução da garantia de segurança dos Estados Unidos em relação a essa ilha. Bruno Cardoso Reis, historiador, a antecipar este encontro, esta cimeira, que se vai prolongar até à próxima sexta-feira e que vai juntar amanhã o presidente dos Estados Unidos e o presidente da China, Xi Jinping. Os portugueses usam mais prestações sociais do que a população imigrante. É isso que revela o ministro da Presidência, ouvido no Parlamento, a pretexto das diferentes estatísticas sobre o número de imigrantes. Questionado pelos deputados, António Leitão Amaro deu conta que são os portugueses quem mais pesa no acesso às prestações sociais e dá como exemplo o rendimento social de inserção. Todas as prestações que não são contributivas, que são prestações sociais de outro tipo, prestações de apoio familiar, não têm uma utilização por imigrantes superior à proporção de utilização por cidadãos nacionais. Há menos imigrantes em percentagem da população imigrante a usar RSI do que portugueses em percentagem da população portuguesa a usar RSI. Há menos crianças imigrantes em percentagem da população imigrante a receber abono de família face à percentagem dos portugueses. E nas prestações sociais e nos apoios sociais, a proporção de utilização por imigrantes de apoios sociais é inferior à proporção de utilização de apoios sociais pela população portuguesa ou da população no seu conjunto. Foi isso que revelou esta manhã António Leitão Amaro, em resposta aos deputados. O ministro da Presidência justifica a diferença entre os números da população imigrante, avançados pela AIMA e pelo INE, com os processos que estavam ainda pendentes na Agência para a Integração e Migrações e que o INE ainda não dispunha na altura. Mas aponta para uma população imigrante a rondar o milhão e meio de pessoas. Nas escolas, o número de alunos multiplicou por quatro. No SNS, os atendimentos, as consultas e os registos nos cuidados de saúde primário multiplicaram, no mesmo período, por três e quatro. Na Segurança Social, o número de registados e o número de pessoas a pagar descontos multiplicaram por três e quatro. E portanto, este aumento muito grande, sobretudo com uma concentração entre 2022 e 2023 e no primeiro semestre de 2024, até que veio um governo e mudou de política, é consistente por todos os dados. Nós temos confiança que a ordem de grandeza, estamos a falar, a AIMA publicou e revelou que era 1 milhão 540 mil a 1 milhão e 600, será uma grandeza que nós temos confiança. O número de imigrantes em Portugal, António Leitão Amaro, acrescenta que está firmado um protocolo de cooperação entre a AIMA e o INE para tratar estes dados estatísticos e evitar discrepâncias. A Iniciativa Liberal não acompanha o Chega na possibilidade de voltar a enviar para Belém esse diploma que prevê a sanção acessória de perda de nacionalidade para quem comete crimes graves. Um diploma considerado inconstitucional. Mariana Leitão, presidente da IL, revela que o partido vai respeitar a decisão dos juízes do Tribunal Constitucional. Nós não vamos contrariar aquilo que foi a decisão do Tribunal Constitucional e, portanto, será essa a nossa posição. Portanto, se for a votação outra vez no Parlamento, o voto da Iniciativa Liberal será negativo. Como eu acabei de dizer, nós não vamos contrariar aquilo que foi o parecer do Tribunal Constitucional e, portanto, votaremos em conformidade com isso. Mariana Leitão, à margem da visita à Cimeira das Cidades Inteligentes, que decorre na FIL, em Lisboa. Onde marca também presença o presidente da Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa. Sim, Carlos Humberto, que questionado pelo jornalista do Observador, Miguel Pina-Andrade, indica que sim, há mais pessoas a andar de transportes públicos. Há aumento da procura de transportes. Não temos dados se esse aumento da procura de transportes levou à redução do veículo individual. Essa informação não temos. Agora, que aumenta a procura nos transportes na Carris Metropolitana, sim, claramente, sim. Temos essa informação. E eu diria, pela informação que vamos ter menos trabalhada, que o conjunto dos transportes da Área Metropolitana estão a ter mais procura. Será uma consequência do aumento dos preços dos combustíveis, com mais pessoas a deixar o carro em casa, embora esta possibilidade não seja confirmada pelo presidente da Autoridade Metropolitana de Transportes. Face a este aumento da procura, Carlos Humberto adianta que os transportes públicos estão e vão ser reforçados. Uma questão de um intervalo de semanas, de alguns poucos meses, simNão haverá capacidade de resposta. E nós temos vindo a responder. Todas as semanas temos carreiras novas ou reforços. Todas. Portanto, vamos continuar a trabalhar nessa direção. Isso não quer dizer que respondamos a todas as necessidades. E sim, nós temos vindo a crescer e a procurar responder. Nunca correspondemos à totalidade. Eu diria, o fundamental estamos a responder. Há ainda problemas que não conseguimos Problemas a que não se consegue dar resposta, reconhece Carlos Humberto, que dá nota de um aumento da procura de transportes públicos a acompanhar a subida do preço dos combustíveis. O ministro das Finanças afasta, pelo menos para já, a necessidade de um orçamento retificativo Ainda que Joaquim Miranda Sarmento admita um desvio nas contas públicas Nós podemos ter, eventualmente, um pequeno déficit em 26 e não ter necessidade de um orçamento retificativo. São duas coisas completamente diferentes, que à data de hoje não antecipamos essa necessidade de um retificativo. Foi o que disse o ministro das Finanças ouvido no Parlamento a pedido do PS. O Partido Socialista quis confrontar o titular da pasta com a divergência de projeções face às previsões do governo para a evolução da despesa pública primária, a despesa total do Estado, excluindo os juros da dívida pública. Ora, Miranda Sarmento garante que nada há a recear. Nós, no relatório que entregámos, prevemos uma conta de controle que não ultrapassa em termos acumulados os 03 e poderia ultrapassar, poderia ser 06. E como prevemos excedentes orçamentais para 2026 zero e para os anos seguintes prevemos excedentes orçamentais, Portugal não está em risco neste momento de incumprir a conta de controle e simultaneamente ver a abertura de um procedimento por défices excessivos. Um cenário afastado pelo ministro das Finanças. Continuamos a falar de números. A inflação em abril foi de 3,3%, mais 0,6 pontos percentuais face a março. Dados do Instituto Nacional de Estatística. A subida de preços decorre essencialmente, sublinha o INE, do aumento do preço dos combustíveis, com impacto em toda a economia. Os produtos energéticos registaram uma subida de mais de 11% no mês passado, o dobro do aumento registado em março, 5,7%. E a alimentação também está mais cara. No caso dos produtos frescos, dos bens alimentares não transformados, a subida de preços é de 7,4%. Em março tinha sido de 6,4. Mais de 1700 pessoas estão retidas num navio cruzeiro atracado em Bordéus. Há uma suspeita de uma epidemia de gastroenterite e uma pessoa morreu. E 50 manifestaram sintomas. Segundo as autoridades de saúde citadas pela agência France Presse, estão em curso análises para detetar a possível presença de norovírus. O navio The Ambassador Cruise Line partiu das ilhas Shetland, ao largo da Escócia, a 6 de maio, parou em Belfast, Liverpool e Brest, no oeste de França, antes de chegar a Bordéus, de onde deveria partir para Espanha. O navio está retido, tal como passageiros e tripulantes, a aguardar pelo resultado das análises. Vamos a outras notícias também em destaque a esta hora. Nigel Farage está a ser investigado por não ter declarado uma doação de mais de EUR5 milhões, notícia avançada pela BBC. Os mais de EUR5 milhões foram entregues ao líder do partido Reform UK por um bilionário com dupla nacionalidade tailandesa e britânica. O Reform escreve nas redes sociais que Farage recebeu o dinheiro como forma de presente. Não é uma doação, pelo que não estava obrigado a declarar os mais de EUR5 milhões. É a condição imposta pela Rússia para um cessar-fogo. As tropas ucranianas devem abandonar o Donbass. É isso que diz o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, acrescenta que de outra forma, Moscovo não vai dar início a negociações de paz com a Ucrânia. Miguel Videira