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21H. TRUMP DESCARTA AJUDA DA CHINA PARA RESOLVER GUERRA NO IRÃO

Observador Online

2026-05-13 21:02:07

Presidente norte-americano considera que apoio é desnecessário e promete resolver conflito com ou sem diplomacia. Ainda, PS critica estrategia do Governo no SNS: "Está a fazer tudo ao contrário". Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. Observador. Jornal das 9 da Rádio Observador, edição da jornalista Diana Rosa. E Diana, começamos na atualidade internacional. Donald Trump recusa a ajuda da China para resolver o conflito no Irão. Ainda que seja relevante a aproximação entre Pequim e Teerão, o presidente dos Estados Unidos considera que a intervenção chinesa é desnecessária por considerar que vai conseguir resolver o conflito, quer seja de forma pacífica ou não. Eu não acho que precisamos de ajuda nenhuma com o Irão. Nós vamos ganhar de uma maneira ou de outra. Vamos ganhar de forma pacífica ou não. A força marítima deles desapareceu, a força aérea deles desapareceu, todos os elementos da máquina de guerra deles desapareceu. Nós vamos vencer. Trump promete um encontro positivo com Xi Jinping. A caminho da China, o líder dos Estados Unidos defende que o presidente chinês é um amigo pessoal, assegura uma boa relação entre os dois. Ele é um amigo meu, ele é uma pessoa com quem nos damos bem e eu acho que vamos ver coisas boas acontecerem. Esta vai ser uma viagem muito entusiasmante. Muitas coisas boas vão acontecer. E garante que vão sair boas novidades destes dois dias de visita oficial a Pequim, é promessa de Donald Trump. E por cá, o PS acusa o governo de estar a fazer o contrário do que o SNS precisa para melhorar as condições de resposta nos hospitais públicos. E responsabiliza o primeiro-ministro. Estratégia errada, desde logo, de falhas orçamentais à falta de planeamento e à desvalorização do órgão que gere a saúde. É o entendimento da dirigente socialista Maria Antónia Almeida Santos. O governo, em nosso entender, tem feito o caminho oposto àquilo que é preciso fazer. A desvalorização da direção executiva, as demissões, a desorçamentação expressiva que aconteceu até já em março, que foi preciso fazer uma injeção financeira nos hospitais e também todos sabemos que não há planeamento. Portanto, sem estes instrumentos não há autonomia nem boa gestão, não há competência. Infelizmente, o senhor primeiro-ministro mostrou incompetência a gerir este setor. O senhor primeiro-ministro é o primeiro e último responsável por esta situação. Maria Antónia Almeida Santos, que é uma das porta-vozes do PS para a saúde, lamenta o decréscimo da atividade assistencial, seja em consultas ou em cirurgias. Considera que isso prova a falência do sistema público às mãos do governo de Luís Montenegro. A ministra do Trabalho está contra o projeto do PS para reduzir os internamentos sociais nos hospitais que ocupam camas de forma desnecessária. Para Rosário Palma Ramalho, a medida agora aprovada só causa mais confusão no sistema. O programa chama-se Voltar a Casa. Foi aprovado contra a vontade do governo. Teve votos a favor de toda a esquerda e abstenção da iniciativa liberal no Parlamento. A ministra do Trabalho considera que a medida socialista para aliviar as camas nos hospitais entra em conflito com medidas do governo. A alteração que nós fizemos à Portaria 38A é uma alteração muito significativa, exige uma nova forma de colaboração interinstitucional entre vários serviços do ministério. As entidades tiveram tempo para concorrerem e se prepararem para este efeito e, de repente, se vier uma coisa nova e diferente, não se vai aplicar bem, nem esta, nem a que vier. A ministra diz ainda que as estruturas residenciais para pessoas idosas, as chamadas ERPIs, não podem ser remédio para todos os problemas. Há situações de solidão, há situações de dependência, há muitas situações que fazem avolumar estes problemas, mas não devem ser todas tratadas como um remédio de tabela, que é: vão todos para ERPIs. Isso não deve ser, que era um bocadinho o que nós tínhamos quando chegamos aqui. Nós temos hoje uma diversidade muito grande de situações e, portanto, nós temos que olhar para elas na sua diversidade e aplicar remédios diferentes a situações diferentes. A ministra Maria Rosário Palma Ramalho, ouvida esta tarde na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão. A Associação Sindical dos Profissionais de Polícia acusa o governo de ter cometido um equívoco matemático no que toca ao reforço dos 400 agentes para Lisboa e Porto, medida anunciada hoje pelo primeiro-ministro, que fala no aumento de 200 PSPs para cada uma das duas cidades. Em comunicado, a ASPP afirma que as declarações de Luís Montenegro configuram uma narrativa de conveniência e um equívoco matemático que ignora a realidade das esquadras, servindo apenas para contornar a dificuldade do governo em regenerar o efetivo. A associação diz que a medida anunciada pelo primeiro-ministro é inviável e não representa um reforço, mas apenas uma gestão da escassez. A ASPP diz não se rever em estratégias de imagem e exige o fim das manobras evasivas e o início de negociações responsáveis que valorizem os profissionais e resolvam finalmente os problemas estruturais da instituição. É o que se pode ler em comunicado. 9h06, vamos ao noticiário local, Diana. O Porto vai ganhar uma nova via de cintura externa para funcionar como ligação intermédia entre a BCI e a circular regional exterior da cidade. O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro depois de uma reunião com os autarcas do Porto e de Lisboa. Luís Montenegro afirma ainda que está a ser trabalhada uma rede complementar à rede de metro da Invicta, mas não avança pormenoresO bispo da Diocese de Leiria-Fátima afirma que tem sido lento o apoio às famílias e estruturas locais atingidas pelo mau tempo. Foi na conferência de imprensa que antecedeu a peregrinação ao santuário. José Ornelas atribui a demora à morosidade dos processos. O bispo sublinha que existem instituições com verbas aprovadas que continuam bloqueadas por causa de burocracia. A cidade de Almada acolheu esta terça-feira uma conferência dedicada aos objetivos de desenvolvimento sustentável. O evento serviu para reforçar o compromisso do município com a agenda 2030 das Nações Unidas. A autarquia assinou um memorando de entendimento para criar uma nova plataforma colaborativa de inovação, um projeto para apoiar o desenvolvimento de soluções sustentáveis através de parcerias com diversas entidades. A Unidade de Saúde Familiar de Riomeão vai receber um investimento municipal perto de EUR180 mil para obras de ampliação, de acordo com a autarquia de Santa Maria da Feira. A empreitada vai criar novos gabinetes e reformular as áreas de atendimento e acessibilidade. A partir de sexta-feira, os serviços da Unidade de Saúde passam a funcionar provisoriamente no Largo de Santo António para garantir o atendimento normal aos utentes durante a execução dos trabalhos. Uma desordem pública entre dois grupos de imigrantes obrigou a intervenção da PSP na noite de domingo em Santarém. Fonte do Comando Distrital da Polícia confirmou hoje ao site Rede Regional que mais de 20 indivíduos participaram nos desacatos. Um dos grupos chegou a invadir uma habitação, onde os restantes envolvidos tentaram procurar refúgio. De acordo com a PSP, não foram feitas detenções. A situação ficou resolvida no local com a chegada dos elementos da segurança. Lisboa vai celebrar o Dia Internacional dos Museus com uma vasta programação gratuita em diversos espaços culturais. As atividades começam no próximo fim de semana para marcar a data oficial de 18 de maio, o Dia Internacional dos Museus, junta-se à Noite Europeia dos Museus, que vai ser assinalada no Museu de Lisboa-Teatro Romano, no dia 23, entre as 18h e a meia-noite. E é o ponto final no Jornal das Nove, edição da jornalista Diana Rosa. Até já. Até já. Rádio Observador