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ARRANCOU PROJETO DE CUIDADOS CONTINUADOS AO DOMICÍLIO

Jornal de Notícias

2026-05-12 21:06:44

Cinco IPSS de diferentes regiões do país vão testar o programa. Equipas passam a ir a casa dos utentes em situação de dependência SOLIDARIEDADE O projeto-piloto de apoio domiciliário e médico para pessoas em situação de dependência arrancou ontem em cinco instituições particulares de solidariedade social (IPSS). "é um projeto-piloto muito importante que juntou o Ministério da Saúde com o Ministério do Trabalho para apoiar essas pessoas nas suas casas”, disse a ministra Maria do Rosário Palma Ramalho aos jornalistas no final da cerimónia de assinatura do protocolo do projeto-piloto no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em Lisboa. A Associação de Solidariedade de s. Pedro (Região Norte), a Santa Casa da Misericórdia de Arganil (Centro), a Fundação. AFID Diferenças (Lisboa e Vale do Tejo), a Santa Casa da Misericórdia de Mora (Alentejo) e a Santa Casa da Misericórdia de Portimão (Algarve) assinaram os protocolos do projeto-piloto, sendo as IPSS pioneiras do projeto. O projeto-piloto de Serviço de Apoio Domiciliário, designado de SAD+- Saúde, foi criado para apoiar pessoas em situação de dependência, deficiência ou incapacidade, sem capacidade de assegurar, temporária ou permanentemente as necessidades básicas ou cuidar da saúde. REFEIçõES E ROUPA A medida garante aos utentes do projeto serviços e cuidados relacionados com o fornecimento de refeições e cuidados de higiene, apoio na toma de medicação, tratamento de roupa e limpeza da casa, acompanhamento a deslocações ao exterior (ida a uma farmácia ou a um supermercado), apoio psicossocial, entre outros. O SAD+Saúde nas cinco regiões durará um ano, mas em novembro deverá ser feita uma avaliação do projeto. “Daqui a seis meses, se calhar, já estaremos em condições de fazer uma avaliação sobre como é que está a correr e se correu bem”, disse a ministra. A governante mostrou-se otimista em relação à possibilidade de o projeto-piloto poder vir a ser implementado com mais IPSS. “Acho que vai funcionar bem porque as instituições, õno fundo, é que õnos disseram que isto era muito necessário e como é que isto se devia fazer”, explicou. O projeto recebeu 56 candidaturas de IPSS. “é muito importante”, diz Rosário Palma Ramalho