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HANTAVÍRUS EM PORTUGAL: NORMAS E O QUE FAZER EM CASOS SUSPEITOS SEGUNDO A DGS

RFM Online

2026-05-12 21:06:15

A Direção-Geral da Saúde divulgou orientações sobre o hantavírus Andes, com regras para identificação, isolamento e acompanhamento de possíveis casos suspeitos O essencial: A nova orientação da Direção-Geral da Saúde (DGS) define os procedimentos a seguir em Portugal perante possíveis casos suspeitos de hantavírus Andes. O documento explica quem deve ser considerado contacto próximo, quais os sintomas a vigiar e quais os hospitais de referência para acompanhamento destes casos. A autoridade de saúde sublinha ainda que o risco para a população em geral continua a ser considerado "muito baixo" em Portugal. O que dizem as normas da DGS? A Direção-Geral da Saúde (DGS) publicou uma nova orientação dirigida aos profissionais de saúde sobre os procedimentos a seguir perante possíveis casos de hantavírus Andes relacionados com o surto identificado no navio de cruzeiro MV Hondius. O documento estabelece medidas de vigilância, identificação de contactos e acompanhamento clínico de pessoas potencialmente expostas ao vírus. O que é considerado um caso suspeito? De acordo com o documento oficial da DGS, é considerado caso suspeito qualquer pessoa que tenha estado num meio de transporte onde tenha sido identificado um caso confirmado ou provável de hantavírus Andes, ou que tenha tido contacto com passageiros ou tripulantes do MV Hondius, e apresente febre aguda acompanhada por pelo menos um dos seguintes sintomas: Dores musculares. Arrepios. Dores de cabeça. Sintomas gastrointestinais. Tosse. Dificuldade respiratória. Dor no peito. O que prevê a orientação da DGS? A norma define vários procedimentos para profissionais e autoridades de saúde, incluindo: Identificação e monitorização de contactos próximos. Isolamento de casos suspeitos. Encaminhamento hospitalar. Transporte seguro através do INEM. A DGS indica ainda os hospitais de referência para avaliação e acompanhamento destes casos: Hospital Curry Cabral, para doentes adultos. Hospital Dona Estefânia, para doentes pediátricos. Hospital de São João, para ambos os casos. O que diz a DGS sobre a transmissão? A orientação refere que o hantavírus Andes pode transmitir-se através do contacto próximo com secreções respiratórias, saliva, sangue ou outros fluidos corporais de pessoas infetadas durante o período de transmissibilidade. O documento acrescenta que Portugal mantém um nível de risco "muito baixo" para a população em geral e não prevê novas medidas preventivas adicionais. Fica a saber como podes prevenir a presença de ratos e roedores em casa, na arrecadação, no sótão e jardim. O que podes levar daqui? Quem é considerado caso suspeito? Quem tenha tido contacto com passageiros do MV Hondius e apresente sintomas como febre ou dificuldades respiratórias. O que muda com esta orientação? A DGS passa a definir regras específicas para vigilância, isolamento e transporte destes casos. Há risco para a população? Segundo a DGS, o risco em Portugal continua a ser considerado "muito baixo". Ainda assim, há países europeus com um histórico mais elevado de casos , de acordo com dados oficiais. Onde são acompanhados os casos? Nos hospitais Curry Cabral, Dona Estefânia e São João. Onde posso ler o documento completo? No site oficial da Direção-Geral da Saúde. RFM