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TAMPO DE SANITA INTELIGENTE É ESTRELA NUMA CASA DE 16 MILHÕES NA TOCHA

Negócios Online

2026-05-08 21:06:36

A fabricante portuguesa de autoclismos OLI, que fatura 70 milhões de euros e emprega mais de 400 pessoas, lidera o projeto Casa Viva+ Engenheiro António Oliveira, nome do fundador da empresa, que corporiza um laboratório inovador de saúde na habitação. Na próxima quinta-feira, 14 de maio, cinco meses depois da morte de António Oliveira, fundador da OLI, a maior produtora ibérica de autoclismos, com sede em Aveiro, é inaugurado no Hospital Rovisco Pais, na Tocha, um investimento superior a 16 milhões de euros que pretende aliar saúde, habitação e tecnologia para responder aos desafios do envelhecimento da população, posicionando Portugal na linha da frente da inovação em saúde na habitação. Resultante de uma parceria entre a OLI, a Universidade de Aveiro, a Unidade de Saúde Local de Coimbra, o Departamento de Reabilitação do Hospital Rovisco Pais e a InovaDomus , Associação para o Desenvolvimento da Casa do Futuro, a Casa Viva+ foi “concebida como um laboratório vivo de inovação em habitação e saúde”, que “funcionará como um espaço de desenvolvimento, teste e validação de tecnologias e soluções orientadas para a promoção da autonomia, prevenção, monitorização e segurança no domicílio”, explica a instituição, em comunicado. Enquanto líder do projeto, a OLI encontra-se a desenvolver “uma solução inovadora para a monitorização regular de dados relacionados com a saúde e o bem-estar em ambiente de WC”. Segundo a empresa, esta tecnologia “transforma um tampo de sanita numa plataforma biométrica inteligente orientada para uma monitorização preventiva, passiva e personalizada da saúde no dia a dia”. “Através da integração de sensores avançados e tecnologias de análise biométrica, a solução permite recolher automaticamente indicadores cardiovasculares e respiratórios, incluindo frequência cardíaca, variabilidade cardíaca, frequência respiratória e níveis de oxigenação sanguínea, possibilitando a identificação precoce de desvios e potenciais fatores de risco”, descreve a OLI. A Universidade de Aveiro “assegura a coordenação científica e tecnológica do projeto, assim como o desenvolvimento de provas de conceito e de novas soluções inovadoras”, enquanto o Departamento de Reabilitação do Hospital Rovisco Pais “aporta conhecimento clínico e experiência nas áreas da reabilitação e da promoção da saúde em contexto habitacional”. Já a InovaDomus, através das suas empresas associadas do meta-setor do habitat, como a Efapel, Extrusal, RedeRia, Revigrés e Teka, e de parceiros tecnológicos como a Bosch, “contribui com produtos, tecnologia e conhecimento técnico nas respetivas áreas de especialização”. (Notícia em atualização)   Rui Neves ruineves@negocios.pt Rui Neves ruineves@negocios.pt