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SATÉLITES, VIDRO, INDÚSTRIA FARMACÊUTICA E CORTIÇA NOS ALTOS E BAIXOS DA ECONOMIA

Expresso Online

2026-05-08 08:11:04

Alguns dos destaques da área económica esta semana em Portugal AltosRicardo AraújoPresidente da Câmara Municipal de Guimarães Guimarães vai ter a primeira fábrica de produção e teste de satélites óticos de Portugal, na sequência de um acordo assinado com o Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto (CEiiA), mais um passo para que a cidade se assuma como uma referência no sector aeroespacial, que é um dos objetivos assumidos pelo líder da autarquia. O investimento vai não só recuperar uma antiga unidade industrial da cidade como se prevê que levará à criação de emprego qualificado na região. Tiago Moreira da SilvaPresidente executivo da BA Glass A BA Glass investiu EUR62 milhões na compra de 41,28% do capital da empresa tunisina Sotuver, uma importante estreia em África, que o grupo vidreiro português, um dos maiores produtores de embalagens de vidro para a indústria alimentar e de bebidas do mundo, já pretendia há algum tempo. O negócio marca também uma parceria relevante com a família Bayahi, uma das mais proeminentes a nível empresarial na Tunísia, e que baixou a sua posição para ficar com a mesma percentagem que a BA Glass. Ema PaulinoPresidente da Associação Nacional de Farmácias (ANF) e da Farminveste A indústria farmacêutica em Portugal está bem e vende bem, tal como evidenciam os resultados da Farminveste, empresa que tem a Associação Nacional de Farmácias como principal acionista: os lucros de 2025 quase quintuplicaram, para EUR58,7 milhões, beneficiando da venda da operação na área da distribuição farmacêutica, mas também do aumento das receitas de 7,6% face a 2024, chegando aos EUR908,6 milhões, com o desempenho operacional, medido pelo EBITDA, a avançar 10%. E Baixos António Rios AmorimPresidente executivo da Corticeira Amorim Os resultados da Corticeira Amorim nos primeiros três meses do ano voltam a espelhar a conjuntura adversa que tem afetado o sector da cortiça a nível mundial, com quebra nos lucros e nas vendas, ainda que não muito expressiva - 6,5% e 8%, respetivamente. A empresa aponta, neste período, o contexto geopolítico “desafiante” e o efeito cambial como principais motivos da quebra, mas a alteração dos hábitos de consumo de álcool também tem contribuído para a fase menos positiva do grupo. Pedro Lima Editor-adjunto de Economia Pedro Lima