A RESPOSTA PARA O MERCADO REAL
2026-05-05 06:00:06

A Portucalense Business School desenhou uma oferta formativa que acompanha 0 profissional ao longo de toda a carreira com programas adaptados às necessidades das empresas e baseados na investigação científica do centro REMIT. ÑO mercado de formação executiva, a diferenciação faz-se pela capacidade de traduzir investigação em sala de aula, de antecipar tendências em vez de as seguir e de criar condições reais para que profissionais com agendas exigentes consigam concluir os cursos sem abdicar da carreira. Ao contrário de algumas escolas de negócios que apostam num público-alvo muito definido, a Portucalense Business School assume uma estratégia de cobertura transversal. "Todos os perfis são prioritários, porque todos eles fazem parte do ecossistema do mercado empresarial”, afirma Marta Lopes Ferreira, coordenadora executiva da escola. Na pratica, iSSO significa que são disponibilizados programas com características distintas consoante o nível de responsabilidade de quem aprende. Para profissionais em funções operacionais, a escola desenvolve programas com forte componente pratica, focados nas competências técnicas e na sua aplicação imediata. Para chefias intermédias, o enfoque recai sobre liderança, gestão de equipas e tomada de decisão, com recurso a simulações, casos reais e os chamados Experience Seminars. Para quadros de topo, os programas orientam-se para o pensamento estratégico, a inovação, a sustentabilidade, a transformação digital e a internacionalização. Esta segmentação estende-se também à formação corporativa. A escola trabalha tanto com PME como com grandes grupos empresariais, desenhando programas personalizados em função do ADN e das necessidades específicas de cada organização. O que distingue o Porto de Lisboa no mapa executivo Neste mercado de formação onde Lisboa concentra algumas das escolas com maior visibiidade internacional e apesar desta distinção estar-se a esbater-se bastante, a Portucalense Business School constrói a sua proposta de valor em torno de três eixos, que são a proximidade ao tecido em-presarial, a aplicabilidade imediata dos conteúdos e a crescente dimensão internacional. "AO contrário de modelos formativos mais tradicionais, a formação executiva reúne profissionais no ativo, com percursos diversificados e desafios con-cretos, criando um ambiente em que a aprendizagem resulta não apenas dos conteúdos e dos docentes, mas também da troca de experiências entre participantes", sublinha Marta Lopes Ferreira. Um elemento estrutural nesta diferenciação é o acesso a seis áreas cientificas dentro da própria universidade-Arquitetura e Urbanismo, Ciência e Tecnologia, Direito, Economia e Gestão, Psicologia e Educação, e Turismo, Património e Cultura. De acordo com a responsavel, esta pluralidade permite construir programas interdisciplinares que dificilmente teriam a mesma profundidade num contexto académico mais restrito. International Week com a ICN Business School OMBA executivo da Portucalense Business School inclui uma International Week realizada em parceria com a ICN Business School. Trata-se de uma imersão num ambiente multicultural, com contacto direto com diferentes abordagens de gestão, praticas empresariais e realidades de mercado de outros pafses. A coordenadora executiva descreve o impacto desta iniciativa como uma experiência que "permite desenvolver uma maior capacidade de adaptação, pensamento crítico e compreensão de dinâmicas globais, competências cada vez mais valorizadas num contexto empresarial nternacionalizado" Por outro lado, a dimensão de networking que dai resulta é reforçada pela parceria da escola com o AICEP Paris, que alarga as possibilidades de contacto profissional internacional para além do período de formação. Investigação que chega à sala de aula Um dos elementos menos visíveis, mas mais determinantes na qualidade de uma escola de negócios é a ligação entre a investigação científica e os conteudos formativos. Na Portucalense Business School, esse papel cabe ao REMIT, centro de investigação da Universidade Portucalense, com foco na economia digital, inovação e transformação tecnológica. A presença de investigadores do REMIT como coordenadores de cursos ou como docentes nos programas executivos permite introduzir, nas sessões, “insights baseados em evidência, estudos recentes e analise crítica", assinala Marta Lopes Ferreira. O resultado é uma formação que não se limita às boas práticas do presente, mas antecipa o que está a moldar o futuro das organizações, da inteligência artificial à analise de dados. “Consideramos fundamental uma articulação entre a investigação e o ensino que se traduz na capacidade de antecipar tendências, incorporar temas que estão em constante evolução, sendo possível aprender de uma forma mais estruturada e com uma visão mais longinqua que só é possível através da investigação", afirma a coordenadora. ESG e IA como eixos estruturais Em 2025/2026, a Portucalense Business School formalizou aquilo que já vinha sendo uma tendência neste mercado. A sustentabilidade, os critérios ESG e a transformação digital deixaram de ser conteúdos acessórios para se tornarem dimensões estruturais dos programas. “Nos MBA e pós-graduações da Portucalense Business School, estes temas são integrados de forma transversal, não como áreas isoladas, mas como eixos estratégicos que atravessam disciplinas como estratégia, finanças, operações e liderança", explica Marta Lopes Ferreira. A par da agenda tecnológica e de sustentabilidade, a escola reforçou também o desenvolvimento de competências comportamentais, tais como liderança, inteligência emocional e espírito crítico, reconhecendo que a transformação organizacional exige tanto literacia digital como maturidade humana na tomada de decisão. MARTA Lopes FERREIRA coordenadora Executiva Portucalense BS [I Todos os perfis sào prioritarios, porque todos eles fazem parte do ecossistema do mercado empresarial.