CONSÓRCIO SACYR-DST ENTRA NA LUTA PELO SEGUNDO TROÇO DE TGV
2026-04-27 08:05:05

TRANSPORTES Consórcio da Sacyr-DST assegura concorrência ao troço Oiã-Soure O presidente da DST, que se aliou à Sacyr para a alta velocidade, confirmou ao Negócios que vão apresentar proposta no concurso relançado para o segundo troço. Depois de ter ficado fora da corrida no primeiro, José Teixeira diz “não ter para já indicações que o preço não chegue”. Oconsórcio da espanhola Sacyredas] portuguesas DSTeAlberto( Couto Alves (ACA) vai estar na corrida ao segundo troço da linhade alta avelocidade Lisboa-Porto, entre Oiã e Soure. A um mês de terminar o prazo para a entrega de propostas no concurso lançado com um preço-base de 1,6 mil milhões de euros, José Teixeira, presidente da DST, garantiuao Negócios que o agrupamento “vai apresentarproposta”. O )responsável disse ainda que “o preço-base foi melhor e para já não tenho indicações que o preço-base não chegue” e confirmou que o agrupamento se mantém com as três empresas. Desta forma, o consórcio liderado pela Mota-Engil, que integra outras seis construtoras portuguesaS depoisc isdogr grupo Manuel Couto Alves se ter juntado à Teixeira Duarte, Casais, Alves Ribeiro, Conduril e Gabriel Couto no concurso para o segundo troço irá ter concorrência na corridaao esta parceria público-privada (PPP). O CEO da maior construtora nacional tem afirmando que o consórcio quie lidera vaio ientregar propostas a todos os projetos da alta velocidade. O agrupamento ganhou o primeiro troçoda futura linha, entre Portoe Oiã, prevendo-se quie no terceiro trimestre haja obra no terreno, Nesse concurso, a aliança entre Sacyr, DST e ACA chegou a entregar uma proposta, ainda quie em mão e já depois de terminado o prazo, acabando por não ser aceite a justificação apresentada. Ját no primeiro concurso para a segunda PPP - que ficou deserto depois da única proposta entregue, do consórcio da Mota-Engil, ter sido excluída por não cumprir o caderno de encargos , O agrupamento entendeu ficar fora, tendo na altura um administrador da DST explicado ao Negócios que “não conseguimos encaixar no preço-base do concurso”. O responsável salientou quie o consórcio continuaria a existir, podendo vir a apresentar propostas a outros concursos da alta velocidade. Noprocedimentor qure agoradecorre para o troço Oiã- Soure (que vai terminarem Taveiro), ,emqueé também apontado o interesse do agrupamento da FCC, Ferrovial e Acciona , quie ainda não o confirmou oficialmente 7 o Governo manteve o preço-base anterior, mas diminuiu o volume deobra, re-duzindo 11 quilómetrosà à extensão do troço quie passa de 71 para 60 quilómetros e yeliminando uma ligação à linha do Norte. A localizaçãodaestaçãode Coimbra foi man-tida, assim como a quadruplicação da linha do Norte, duas componentes doprojeto consideradaso de complexidade técnica e elevado custo. o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz,j já disse que espera quie a assinatura deste contrato ocorra em 2027, prevendo esta PPP de 30 anos quie os primeiros cinco sejam para a fase de projetoe construção e os outros 25 ledisponibilidade. O governante assumiu que não gostou de ter de fazer um segundo concurso, após o júri ter “chumbado” aúnica propostaapresentada, afirmando quie para o quie estáagora a decorrer“queremos garantir quie há mais concorrentes”. Segundo o calendário da Infraestruturraso de Portugal, oconcurso para o terceiro troço, entre Sourea Carregado, está previsto ser lançado este ano, sendo quie com a reduçãoda rextensãod troço anterior irá áagorasomar 132 quilómetros, Agrupamento luso-espanhol vai mesmo apresentar proposta para construir a ligação de alta velocidade entre Oiã e Soure, concurso onde contará com a concorrência da Mota-Engil. P.10 1,6 PREçO-BASE No segundo concurso foi mantido o preço-base de 1,6 mil milhões de euros. A extensão foi reduzida em 11 quilómetros. 3 CONSoRCIO O consórcio da Sacyr integra a Alberto Couto Alves e a DST. José Teixeira confirma que se mantêm as três no concurso que decorre. O prazo para a entrega de propostas ao troço oiã-Soure termina a 25 de maio. MARIA JOÃO BABO; RUI NEVES