MOTA-ENGIL INVESTE EM TECNOLOGIA PORTUGUESA DE CARREGAMENTO SEM FIOS PARA VEÍCULOS ELÉTRICOS
2026-02-26 22:07:21

A MEXT , Mota-Engil Next, braço de inovação e venture capital do grupo, anunciou o investimento na Sigma Easy Charge, startup tecnológica portuguesa especializada em soluções avançadas de carregamento sem fios para veículos elétricos. A Sigma Easy Charge está a desenvolver uma plataforma industrial inteligente e escalável de carregamento wireless, preparada para operar a altas potências e suportada por algoritmos avançados, eletrónica de potência de última geração e sistemas de controlo inteligentes. A tecnologia pretende transformar o carregamento sem fios numa solução de nova geração, com aplicações que vão além da conveniência do utilizador. O interesse estratégico da MEXT incide, sobretudo, no potencial de evolução desta tecnologia para o contexto das infraestruturas rodoviárias, nomeadamente através de sistemas de wireless charging embebidos no asfalto - o chamado carregamento dinâmico - permitindo que os veículos elétricos sejam carregados em movimento. A médio e longo prazo, esta solução poderá integrar-se em redes energéticas inteligentes, onde veículos e vias assumem também um papel ativo na produção e gestão de energia. Sílvia Mota, CEO da MEXT, destaca que o “compromisso passa por identificar tecnologias que podem transformar infraestruturas invisíveis em plataformas estratégicas para o futuro. A próxima geração de mobilidade será marcada por interoperabilidade, inteligência e capacidade de integração com redes energéticas. A Sigma reúne visão, capacidade técnica e um modelo com potencial para evoluir em direção a infraestruturas conectadas e sistemas energéticos inteligentes - áreas que acompanhamos com interesse estratégico.” Por seu lado, Luís Machado, CFO da Sigma Easy Charge, afirma que “para a SIGMA, o investimento da MEXT: Mota Engil Next representa um reconhecimento de referência e um forte sinal de confiança naquilo que acreditamos vir a ser o futuro da mobilidade elétrica e dos sistemas autónomos”. André Manuel Mendes