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NÃO PODEM FALHAR. ESTES RENAULT TÊM DE SER CAMPEÕES DE VENDAS

Razão Automóvel Online

2026-02-16 22:08:38

Dois ícones regressam com responsabilidades diferentes, mas a mesma missão de sustentar os volumes da Renault num 2026 decisivo Este será um ano bastante importante para a Renault, com o lançamento de dois modelos que concentram muitas atenções e responsabilidades. Num mercado europeu cada vez mais competitivo e pressionado pela eletrificação, há nomes que não podem falhar em 2026 para a marca francesa: Clio e Twingo. O primeiro tem a responsabilidade de continuar o legado deixado pelo antecessor, sendo um dos modelos mais vendidos em Portugal e na Europa, num dos segmentos mais disputados. O segundo assume a missão de levar a eletrificação a mais gente, passando a ser o elétrico mais barato da marca francesa. Missões diferentes, mas igualmente decisivas. © Renault Está irreconhecível, mas muitas responsabilidades estão sobre os ombros da sexta geração do Renault Clio. Clio e Twingo: dois ícones, duas responsabilidades O cabeça de cartaz para 2026, como é fácil adivinhar, é o novo Renault Clio. A sexta geração deste modelo já entrou em comercialização, com as primeiras entregas prestes a começar. Destaca-se pela imagem de ruptura face ao antecessor e pela ausência de motorizações Diesel, mas não faltam opções para quem procura gastos mais reduzidos de combustível: bifuel (gasolina+GPL) com um novo motor de 1,2 litros e 120 cv, e o E-Tech Full Hybrid de 160 cv. Foi precisamente esta última versão do novo Renault Clio que já conduzimos em Portugal: Se o Clio representa continuidade, o novo Renault Twingo E-Tech Electric simboliza renovação. Depois do sucesso do Renault 5 E-Tech, a marca volta a recorrer a um nome histórico para reforçar a ofensiva elétrica. Revelado no Salão de Bruxelas, em janeiro passado, o novo Twingo elétrico cola-se à imagem do original, assumindo-se como o elétrico mais acessível da marca e uma peça-chave na estratégia de democratização da mobilidade elétrica: em Portugal, os preços começam abaixo dos 20 000 euros. © Renault A forma é inconfundível, mas agora é elétrico e é a nova porta de entrada nos elétricos da Renault. O novo Twingo não terá o papel de maior gerador de volume, mas pode ser decisivo para captar novos clientes e colocar a marca na liderança entre os citadinos elétricos. O segmento mostra sinais de revitalização, com a chegada confirmada de mais modelos entre os quais o Volkswagen ID.1 (nome definitivo ainda por anunciar) que será produzido na Autoeuropa, em Palmela. Deverá ser o maior rival do citadino francês. A plataforma AmpR Small do Renault 5 serve de base ao Twingo, mas recorre a um motor elétrico menos potente, com 60 kW (82 cv) e 175 Nm de binário, e a uma bateria de menor capacidade, com 27,5 kWh. A autonomia anunciada é de até 263 km em ciclo combinado WLTP. Saiba mais detalhes: Revitalizar o Megane Para além dos dois protagonistas, a Renault prepara uma atualização do Megane E-Tech Electric, proposta elétrica da marca para os familiares compactos, que teve um 2025 particularmente difícil, ao ter registado uma queda significativa das vendas. Atualizar o modelo torna-se imperativo. Agora sabemos que a atualização será mais profunda que o habitual. A marca francesa quer reposicionar o Megane como uma opção mais desportiva, com rumores de estar em cima da mesa uma versão de alta performance como os antigos Renault Sport. Além da mudança de caráter, o Renault Megane 2026 vai equipar novas baterias, com uma das opções previstas a superar os 60 kWh do atual. Saiba mais detalhes: Encerra um ciclo para começar outro Estas são as três maiores apostas da Renault para 2026, que encerram um ciclo, o do plano Renaulution, lançado pelo anterior CEO Luca de Meo. Está prestes a começar outro, até 2030, por François Provost, o novo CEO do Grupo Renault, que não será menos ambicioso, prometendo mais agilidade, aceleração tecnológica e elevar a qualidade ao padrão Toyota: fique a conhecer este plano em mais detalhe. André Mendes