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NOVO ANO - DEPUTADOS QUE REPRESENTAM O BAIXO ALENTEJO TRAÇAM PERSPETIVAS PARA 2026

Planície (A)

2026-01-12 22:09:09

Deputados que representam O Baixo Alentejo traçam perspetivas para 2026 NN a a agenda agenda de de políticos compromissos compromissos políticos do do Partido Social Social Partido Democrata Democrata preparam-se preparam-se alguns alguns projetos projetos determinantes determinantes para para a a região. região. Desde Desde logo logo nas nas grandes grandes obras obras está a ampliação ampliação e e reestruturação reestruturação do do Hospital José José Joaquim Joaquim Fernandes Fernandes a a começar começar pelo "projeto de arquitetura”, avançou o deputado Gonçalo Valente. "Depois disso estaremos em condições de abrir o projeto de execução para que no início de 2027 a obra comece”, consolidou o deputado do PSD. Nas promessas está também a A26, aprovada em Conselho de Ministros. “Estamos a aguardar que O projeto da responsabilidade da Infraestruturas de Portugal (IP) que vai apresentar ao Ministério das Infraestruturas, para que essa obra arranque o mais depressa possível”, fez saber o deputado. A ferrovia, mais precisamente o troço Casa Branca-Beja que tanta tinta tem feito correr, neste caso, Gonçalo Valente quer perceber o que aconteceu e o que pode ser feito, mas adiantou que apesar da dotação financeira reduzida com um decréscimo de 60 milhões de euros, “a obra não está em causa e o Governo irá cumprir a sua palavra e executar a ferrovia”. Por fim, a fábrica da Embraer que irá abrir em Beja, de material aeronáutico, irá trazer à região um “conjunto de oportunidades como há muito tempo não víamos. Está em projeção um 2026 que nos pode permitir a acreditar ter esperança no futuro”, anunciou Gonçalo Valente. Nas metas definidas para 2026, o deputado do Partido Socialista, Pedro do Carmo, eleito pelo círculo de Beja, fez questão de iniciar a conversa com a Planície com uma nota prévia, uma chamada de atenção às frases dos discursos. “Efetivamente mostro alguma preocupação e desagrado com o excesso de linguagem que passa a ser utilizada na nossa região. Acho que é possível criticar, é possível ter propostas diferentes, mas temos de moderar a linguagem. Da minha parte estou disponível para isso, estou empenhado nisso, tenho muito respeito pelos adversários, não entro em demagogias nem em populismos fáceis e também a critica pela crítica. A nossa região não ganha quando atingimos esse ponto. e preciso mais tolerância a bem do desenvolvimento da nossa região”. Pedro do Carmo diz é possível “ser aguerrido, mas com moderação e com respeito e acho que isso não está a ser devidamente implementado na nossa região por grande parte dos atores políticos. Da minha parte não contarão comigo para esse frenesim”, admite. No seguimento da conversa, falou sobre os investimentos. Ressalvou que “grande parte dos projetos que estão previstos para andar, são projetos no qual me empenhei e que o Partido Socialista deixou. Efetivamente não foram à velocidade desejada, esperemos que agora avancem, sendo certo que os sinais não têm vindo a ser muito positivos”. E explica: "Veja-se o que se passou com a segunda fase do hospital distrital de Beja, em que foram retiradas verbas do Orçamento do Estado. Está a andar, mas parece que é um andar que não se vê”; “a questão da eletrificação da linha do Alentejo Casa Branca Beja. Foram retirados valores porque o projeto não andou para se concretizar com rapidez e a questão da A6 continua emperrada”. Pedro do Carmo garante que o que está a andar, são projetos/investimentos "que estavam previstos e que já tinham decorrido os concursos públicos. e preciso acelerar com medidas discriminatórias para o interior. Tudo leva muito tempo. O tempo que medeia entre uma decisão política e a sua concretização leva anos e nós temos pago isso bem caro . o deputado acredita que a proposta que o PS tem em cima da mesa e que apresentou ao Governo através de José Luís Carneiro, “tem os contratos de desenvolvimento local que são medidas prioritárias para O interior. O PS como partido responsável está sempre disponível para essas questões. Esta é a nossa perspetiva, a nossa esperança para 2026, sendo que é um ano que começa logo com Presidências”. o socialista diz estar “muito empenhado na candidatura de António José Caguro porque A um socialista, um democrata, um homem de esquerda, de bom senso e que pode fazer o equilíbrio do sistema. O sistema necessita desses equilíbrios. Neste momento tem demasiados responsáveis políticos à direita, para não dizer todos e o único que é possível ser eleito como um homem de esquerda, é António José Seguro”, afirmou Pedro do Carmo. Já o deputado do Chega eleito por Beja, já definiu os objetivos de trabalho para Fano que agora entra. António Carneiro pretende manter a “política de continuidade do programa eleitoral apresentado nas legislativas passadas”. Nesse sentido, vai prosseguir e “reivindicar melhores infraestruturas, melhor saúde e melhor educação para o nosso distrito. Ainda a requalificação da linha férrea de Casa Branca Beja e o ell acompanhamento já que existem algumas verbas que a própria CCDR Alentejo decidiu retirar. e acompanhar este processo”. Na agenda está o "Hospital de Beja e todas as infraestruturas rodoviárias do nosso distrito”. Nos planos do Chega não falta a "educação, as escolas e o ensino profissional que é muito importante para o distrito, assim como a atenção ao ensino superior uma área que fixa profissionais qualificados para a nossa região”. Por fim a agricultura é outro dos pontos do deputado António Carneiro a ter em conta para 2026. Os deputados eleitos pelo distrito de Beja perspetivaram as principais medidas para o Baixo Alentejo a iniciar durante este ano.