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SMART #1

JM

2023-09-18 11:45:10

ENGENHEIRO MECÂNICO Quem os viu, quem o vê! A Smart nasceu da visão de Nicolas Hayek, Suíço de origem libanesa, o visionário que conseguiu recuperara indústria retojoeira suíça com a invenção do Swatch. Quis aplicar o mesmo conceito, de simples e barato, de usar e deitar fora, aos automóveis. Hayek precisava de um parceiro indu strial e, depois de tentativas falhadas, a Mercedes aceitou o desfio e surgiu o Smart. O conceito não era aquele que Hayek queria um carrinho eléctrico, e resolveu sair da sociedade. PRIMEIRA MARCA EXCLUSIVAMENTE ELÉCTRICA A Smart foi a primeira a converter-se à motorização elétrica em exclusivo. O #1 estreia a nova fase da Smart após a parceria da Daimler com a Geety. Esteticamente não se parece com nenhum outro existente no mercado. As portas sem molduras e os puxadores das portas ocultos ajudam à diferenciação. Embora não seja um carro pequeno, os 4.270 mm de comprimento fazem dele o maior Smart alguma vez construído, o espaço interior desafogado deixa a impressão que o volume do porta-bagagens foi propositadamente sacrificado, não sendo os seus 313 litros particularmente espaçosos, tornando-se necessário recorrer à inclinação das costas d os ban cos trasei ros e/ou ao seu d eslocamento longitudinal para colocar uma mala de viagem de maior formato. Como teiro um espaço de arrumação com 15 litros de capacidade. Como automóvel de tracção traseira que é, o motor situa-se naturalmente junto às rodas de trás libertando espaço à frente. O interior é moderno e prático, com arrumos diversos, inclusive debaixo da consola central, com toques de luxo conferidos peto alumínio escovado presente em vários locais. No entanto, o tablier branco provoca reflexos no para-brisas, sendo um aspeto a alterar. O posto de condução envolvente, bancos que possibilitam bom conforto, tanto à frente como atrás, fazem com que o ambiente para o condutor e passageiros seja agradável. EQUIPAMENTO PREMIUM Nitidamente, a Smart pretende alterar a imagem e posicionamento no mercado. Na versão testada o equipamento é muito completo:chave inteligente,recuo automático do banco do condutor para facilitar a entrada, controlo da faixa de rodagem, aviso de ângulo morto, câmaras com função 360°, detetores de aproximação com distância estimada em cm, "hill hold", etc., para nem referir os que já se tornaram banais. Um detalhe importante que ainda não tinha visto em nenhum outro carro. Quando a bateria está carregada e iniciamos uma desci da para onde vai a energia decorrente da regeneração? Quem tem experiência com veículos elétricos sabe que o indicador do carregamento regenerativo mostra uma menor intensidade, pela simples razão que, não se pode encher o que já está cheio! Neste caso o recurso aos travões torna-se necessário. Ora, nestas circunstâncias, no painel do #1 apareceu uma mensagem a avisar o condutor de que a regeneração de energia portante, repito, uma vez que o condutor comum não está nem tem de estar, familiarizado com aspetos técnicos. UMA BOMBA! A bateria de 66 kWh nominais, 62 úteis, não é propriamente pequena e possibilita que o «1 esteja muito tonge de ficar confinado às cidades. Nos 300 km do teste, o consumo foi de 19 kWh/100 km, o que teoricamente e no limite, a bateria seria capaz de propiciar uma autonomia de cerca de 320 km. A possibilidade de carregamento de 22 kW em corrente alternada será útil quando um carregador rápido de 150 KW não estiver disponível, o que muitas vezes acontece. Os modos de condução são três: Eco, Confort e Sport. Com um motor elétrico, que debita 272 cv de potência e 343 Nm de binário,o modo Confort é mais que suficiente. No modo Sport as ultrapassagens sáo feitas com a maior das facilidades. No entanto, o que mais surpreende neste carro é a capacidade de subida, não havendo pendente que lhe resista, tudo se fazendo com uma ponta de acelerador! f riHkdniviUo: (.. Sumos I / Mmh im